CLPs no chão de fábrica, dashboards na parede, dados fluindo no meio.
Sistemas supervisórios em tempo real que falam direto com CLPs no chão de fábrica. Modbus TCP/IP nativo pra ler registradores Schneider e Siemens, layouts bit a bit, endianness esquisita, pacotes perdidos, e todos os edge cases divertidos de hardware industrial.
Pipeline: CLP → bridge Node-RED → backend Node.js / Go → dashboard React fazendo stream via SSE ou WebSockets. Armazenamento de séries temporais em InfluxDB ou PostgreSQL com hypertables, cache de hot path em Redis quando latência importa mais que durabilidade, histórico em SQLite pra dispositivos de borda. Temperaturas, I/O digital, alarmes, tendências de 24h — tudo observável, nada escondido atrás de uma sessão SSH.
Na visualização, puxo Grafana quando encaixa, ou monto dashboards customizados em React / Vue quando o Grafana é rígido demais. Backpressure, retries, versionamento de schema e históricos rolantes tratados no código — não na esperança.
Também escrevo simuladores de sistemas de controle em C++ quando o hardware real ainda não chegou — controle de nível de tanque, lógica de purga com dupla válvula, máquinas de estado fail-safe — pra operadores treinarem e o software ser validado antes de encostar em produção.